quarta-feira, 13 de maio de 2009

--Primeira vez que te pude encontrar--

Lembro onde foi a primeira vez que falei com você

Já faz um tempo, mais ainda lembro desse dia

Atordoada sem saber o que fazer, pus-me a sorrir sem saber o por quê?

Enlouquecida, pus-me a dizer o que não sabia

Conversar com você foi um fato

Te tocar foi mágico, sentir teu cheiro, envolvente.

Te beija foi um sonho que dali não passara

Ouvir tua voz me deixou fraca, não de corpo.

Sim de coração, fraca por não saber o que fazer.

Ter você na minha frente foi como se ouve-se um milagre

Glorioso, reluzente, apaixonante, sincero, enlouquecedor.

Deixei que de meus lábios saíssem frases que eu nunca ouvira

Não sabia de onde saiam, só sei que de você só sentia arrepio.

Não dizia nada porem dizia tudo, simples e singelo.

Voz tranqüila, suave porem cheia de atitude e firmeza.

Segura e traiçoeira, fogosa e gentio.

Não sei como consegui me conter

Parece que ali não era eu, não havia caído em mim o que haverá.

Não sabia o que fazer, só sentia vontade de te beijar.

Beijar não passará de um sonho, sonho inocente.

Inocente, cheio de malicias, constantemente renegado por teu coração.

Mais como que por uma inverdade indesejada

Fostes embora, coração se partiu, mal pude me conter.

Caí em desespero quase pus-me a chorar a me desvalorizar

Sentia que tudo não passará de um sonho

Mal podia imaginar tudo não passará de um começo

Tudo que viria a seguir seria conseqüência de uma verdadeira incerteza

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